Mora a sagacidade
Muito pensa ao que temer
Mas nunca lembra do que fugir
Vidas pasadas não se cruzam
E mediante uma distopia,
Eles se confundem
Nada altera um valor
Senão somente o próprio amor
Pode, enfim, a rosa desabrochar,
Na tão temida realidade que virá?
Nem sempre tudo é consciente
Ao que pode vir a ruir,
Outrem pode pode o reconstruir
Num momento aprende a fugir
Para que, assim, ao que temia
Possa finalmente rescindir