Perdida em ilusões dos meus próprios pensamentos,
com marcas frenéticas de anseios sem sentido, sem qualquer proposito segui por
caminhos obscuros...
Continuei a iludir a mim mesma. E por mais intricáveis que fossem esses pensamentos, sempre foi mais fácil conviver com eles do que com minha própria realidade.
Continuei a iludir a mim mesma. E por mais intricáveis que fossem esses pensamentos, sempre foi mais fácil conviver com eles do que com minha própria realidade.
O que faço? Apenas penso, apenas
tento achar a saída de todo esse alvoroço silencioso que reina dentro de mim. Por
que, sei que mesmo que não seja desejada ou bela, ainda assim ela é a minha realidade,
ainda mesmo que seja atordoante, ela pertence a mim.
...então doravante mas não obstante, o melhor será produzir uma coexistência entre aquilo que é real e aquilo que é ilusão.
...então doravante mas não obstante, o melhor será produzir uma coexistência entre aquilo que é real e aquilo que é ilusão.
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