Nas masmorras os gritos se misturam, de ódio, dor, tristeza ou loucura... Um inferno onde os gritos se misturam em corações secos, corações partidos, corações enegrecidos pela angústia. Onde o amor não encontra lugar e a felicidade já não existe mais, todo o sentimento que pudesse ser benevolente, foi sugado pelas trevas existentes em cada alma afugentada àquela terrível treva.
Mas, por mais que a luz sucumba às trevas, que a tristeza sufoque a felicidade e o amor se encontre perdido, uma chama se acende, trazendo esperança aos cativos, sedentos de vingança. E nas masmorras onde mora os corações mais enegrecidos, nasce uma luta interna dentro de cada alma sucumbida. E a cada batalha que ocorre internamente, a cada lágrima que cai na terra, a cada minuto que o relógio conta, um novo tímido sentimento surge: o amor!
Com essa a fagulha acesa, os demônios internos se rebelam, levantando armas destruidoras sobre os esperançosos e guerreiros sucumbidos. Mas a força que uma simples fagulha de amor fornece é o suficiente para fortificar cada parte fraca existente dentro de cada coração.
E o amor, sendo a principal arma contra esses demônios, traz ainda mais guerreiros: a felicidade, a esperança, a gratidão. E onde antes era como um inferno, se torna como um paraíso. Onde antes se ouvia gritos, agora se ouve cânticos. Onde antes havia choros, agora há sorrisos. Onde havia trevas, agora há luz, a escolha de ser livre e límpido, trouxe a fixação da felicidade. A força contida em cada um, quebrou pouco a pouco as portas de ferro das masmorras o que antes os sucumbiram, agora sucumbidos são.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Masmorras das almas
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